28 de outubro de 2014

Mike, o galo sem cabeça

Vocês devem dizer "esta gaja escreve sobre cada coisa" hahaha.

Mas estava eu no fim-de-semana a ver o canal Travel que eu adoro e apanho já no fim a falarem sobre este tema.

No principio eu nem estava a entender mas começam a mostras videos antigos de um galo a andar sem cabeça, claro que era uma imagem horrivel mas a realidade é que via-se bem que não era uma montagem.

Por tanto decidi partilhar convosco a história do Mike que viveu 18 meses (sim 18 MESES), sem cabeça.




A 10 de Setembro de 1945, o agricultor Lloyd Olsen, de Fruita, Colorado, EUA, recebeu a sogra para jantar, foi procurar um galo para a mulher preparar. Como o galo não morreu, ele decidiu continuar a cuidar dele, alimentando-o com uma mistura de leite e água com um conta gotas, foi alimentado também com pequenos grãos de milho. Infelizmente, Mike ficava afogado no próprio muco, a família Olsen removia com uma seringa.


Quando se acostumou com o novo corpo, o Mike conseguia facilmente alcançar os poleiros mais altos sem cair. Continuava a cantar, mas era apenas um som gorgolejante feito na garganta. 

Apesar de não ter cabeça não impediu o Mike de ganhar peso, quando ficou sem cabeça, tinha pouco mais de um kg de peso, e quando morreu, já pesava três kg.


Quando começou a ganhar muita fama o Mike começou a fazer uma série espetáculos na companhia de outras criaturas como uma vitela de duas cabeças. Foi também fotografado para vários jornais e revistas.


Como era de se esperar, Olsen foi criticado pelos, então equivalentes a ativistas dos direitos dos animais, que diziam que deveria ser terminado o trabalho que tinha começado, ou seja ter morto o animal.


Mike estava em exposição ao público por um custo de vinte e cinco centavos de dólar, e no auge de sua popularidade chegou a ganhar 4.500 dolares por mês. Uma cabeça cortada era também exposta com Mike, mas esta não era a cabeça original (que um gato tinha comido). Mike mais tarde foi examinado por membros de diversas sociedades humanitárias e foi declarado não estar sofrendo.


Em março de 1947, o galo morreu num hotel em Phoenix, quando voltava para casa de uma excursão, Mike começou a sufocar a meio da noite. Olsen tinha deixado as seringas de alimentação e de limpeza no local do espetaculo do dia anterior, sendo incapaz de salvar Mike. 


Os exames feitos após a sua morte, deixaram claro que a lâmina do machado tinha errado a veia jugular e um coágulo tinha impedido que Mike sangrasse até a morte. Embora a maior parte de sua cabeça estivesse cortada, o tronco cerebral e um ouvido ficaram no seu corpo. Como a maioria das ações e dos reflexos de uma galinha são controladas pelo tronco cerebral, Mike podia permanecer bastante saudável.


Muitas tentativas de reproduzir o fenómeno foram feitas, mas as aves não conseguiam viver mais que 11 horas após a decapitação.


Desde 1999, no terceiro fim-de-semana de maio, em Fruita, Colorado, há o festival Mike the Headless Chicken Day e fizeram também uma estátua em sua honra.



Gostaram da história? Também costumam assistir o Travel Chanel? O programa acho que é o Mistérios Monumentais. 

27 de outubro de 2014

Jon Bon Jovi cria restaurante solidário com comida sem preço

Além de ser um grande cantor o Bon Jovi criou um restuarante solidário.





Ele é o vocalista de umas das bandas mais famosas do planeta, mas ultimamente tem se dedicado menos à musica e mais ao lado solidário.


Ele pesquisa formas de ajudar as pessoas carenciadas da comunidade, então trabalha junto delas para abrir novas instalações através de sua fundação, a JBJ Soul Foundation. Entre outros projectos que a fundação possui, nasceu o Soul Kitchen, ou “cozinha da alma”, em português, que consiste num restaurante comunitário, onde os voluntários preparam a mesa e quem come por lá ajuda a alimentar os mais necessitados de cada comunidade, desde vizinhos, idosos ou famílias com necessidade.





No fim das refeições, cada um paga o que puder – se pagarem mais que a doação sugerida, estão ajuda a alimentar outra pessoa. Ou, caso não possa pagar, pode trabalhar na cozinha em troca de uma refeição para si ou para a sua família.



Vejam o video:



Agora já sabem se forem aos EUA este é sem duvida o melhor local para almoçar.


26 de outubro de 2014

A primeira vez que realizei o sonho de uma criança em África

Talvez muitos de vocês não saibam, mas vivo entre Portugal e Moçambique e isso deu-me a oportunidade de conhecer de perto uma realidade que só vemos na televisão.

Quando estava em Portugal tinha a ideia que já tinha ajudado imensas crianças em África porque já tinha doado livros, brinquedos e roupas, mas depois de chegar aqui vi que essas coisas nunca chegaram cá, ou melhor chegaram cá e foram vendidas, por isso não chegaram aos destinatários, mas isso seria assunto para um outro post, se quiserem saber.

Mas, claro que a viver aqui (em Moçambique), já colaborei na realização de alguns sonhos. 

Trabalho voluntariamente num orfanato o que me permite todos os dias trabalhar para que várias pessoas tenham um futuro melhor.

No dia 12 de Fevereiro deste ano estava num bairro afastado da cidade, estava dentro do carro mas com a porta aberta. Apareceu então um menino. Ficou muito tempo a olhar para mim mal eu peguei nele ao colo começou a mexer o volante do carro. Então o pai disse-me que ele adorava carros e nunca tinha entrado em nenhum.

O menino estava delirante, então ensinei-o a buzinar, estava a rir-se imenso J
Então foi quando me lembrei de por o carro a trabalhar, ele saltava no meu colo de alegria.
Destravei o carro e andei 3 ou 4 metros com ele no meu colo (jamais andaria muito com uma criança no meu colo, primeiro a segurança), ele estava delirante.

Fiz marcha atrás e parei o carro ele continuo a buzinar e a carregar em todos os botões, até dançou com a musica do carro.

Mas já estava na hora do pai ir embora e teve que o tirar do meu colo, mas antes disso agradeceu-me muito pois tinha realizado o sonho do filho que tanto lhe pedia para andar num carro e o pai não tinha como cumprir esse sonho.

Fiquei emocionada e triste porque o menino desatou a chorar quando saiu do meu colo.

Deixo aqui uma foto dele, como podem ver ainda se vê um bocadinho da porta do meu carro. Isto foi quando ele esteve algum tempo a olhar para mim antes de eu o pegar no colo.



Mas com a finalidade desta história quero apenas vos mostrar uma realidade muito diferente, onde as carências economias, socias e até mesmo emocionais são enormes.


Fazia bem a muitas crianças/adolescentes em Portugal verem de perto o que se passa aqui, por certo seriam muito mais gratos com o tanto que todos os dias lhes dão.

24 de outubro de 2014

Afinal não faz mal fazer xixi no mar... mas não deixa de ser nojento

Pode parecer esquisito, mas agora está confirmado: Fazer chichi no mar não faz mal a ninguém – nem às pessoas, nem aos peixinhos, nem ao oceano. Quem o diz é a American Chemical Society. E de uma maneira bastante engraçada.

Esta associação norte-americana criou um vídeo para explicar o quão insignificante é a nossa urina no meio do oceano. Para além de mostrar que 95% desta é composta por água, o desenho animado explica também que os próprios componentes do xixi facilmente se misturam com os que existem nos oceanos. Por exemplo, a ureia contém bastante nitrogénio, que, quando misturado com água, produz amónio, um complexo químico do qual as plantas marinhas se alimentam.

Para além deste e outros exemplos que comprovam a ‘inocência’ da nossa urina – o vídeo explica outras curiosidades que ajudam a argumentar esta tese – o nosso xixi demora cerca de um minuto a diluir-se no mar.

No entanto, há que ter em atenção que esta conclusão não se aplica a outros espaços aquáticos, como por exemplo as piscinas.

Por isso, de acordo com esta associação norte-americana, não tem que se sentir culpado quando estiver no meio do mar, sentir-se muito aflito para fazer xixi e... não aguentar.


23 de outubro de 2014

Tu não és tu quando tens fome

Hahaha eu quando tenho fome sou uma autentica criança, fico birrenta e mal disposta e vocês?


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