21 de outubro de 2014

Porque é que é bom comprar jornais? Vejam o video


20 de outubro de 2014

Gaffe na Microsoft: as mulheres não devem pedir aumentos, devem confiar no karma

É a primeira gaffe de Satya Nadella desde que assumiu a liderança executiva da Microsoft, em fevereiro deste ano. O CEO participava na Grace Hopper Conference, que reúne mulheres que trabalham na área tecnológica, quando disse algo como isto: as mulheres não devem pedir aumentos de salário, mas sim confiar que o sistema as irá recompensar.



"A questão não é pedir um aumento, é saber e confiar que o sistema lhe vai dar os aumentos que merece à medida que avança", disse Nadella, respondendo à pergunta de como as mulheres devem lidar com o tema. "Penso que pode ser um dos superpoderes que as mulheres que não pedem aumentos têm, porque isso é bom karma. Vai voltar", continuou, perante uma estupefacta Maria Klawe, presidente do Harvey Mudd College, que o entrevistava. "Porque alguém vai saber que é esse o tipo de pessoa em quem quer confiar, a quem quer dar mais responsabilidades."

"Na eficiência de longo prazo, as coisas equilibram-se. Pergunto-me se olhar para a eficiência de longo prazo pode resolver esta coisa que é percecionada como: "hey, será que estou a ser paga como devo, estou a ser recompensada?". Porque a realidade é que o seu melhor trabalho não é sucedido pela melhor recompensa. Tem impacto, as pessoas reconhecem, e só depois recebe a recompensa."

Infelizmente continua a ser uma realidade, as mulheres recebem menos do que os homens, tem mais dificuldade em arranjar emprego e são mais exploradas no trabalho. 

É muito triste ouvir isto de alguém com um cargo tão importante :(


19 de outubro de 2014

Receita de leite de aveia caseiro

Há uns meses atrás mudei radicalmente a minha alimentação, passando a alimentar-me melhor e melhorando consideravelmente a minha saúde.

O leite de vaca já aboli da minha alimentação há dois anos e sinceramente não sinto falta, aliás hoje em dia quando bebo sabe-me mal.

Sabiam que nos EUA o Leite de Vaca foi retirado da roda dos alimentos? O leite contem imensos antibióticos prejudiciais à nossa saúde, entre muitas outras coisas negativas.

Eu não achei necessidade de o substituir por nenhum outro leite, mas a minha filha que foi amamentada até aos 2 anos e meio por vezes quer leite e eu optei pelo vegetal.

Os leites de compra são caros e inacessíveis a muitos bolsos, por tanto tentei fazer em casa e ficou maravilhoso.

A minha receita é bastante simples, ingredientes: flocos de aveia, água, essência de baunilha e açúcar amarelo.

No entanto como faço tudo muito a olho vou vos deixar a receita do site da Sapo que me parece mais completa, vocês à medica que forem ganhando prática a fazer este leite vão adaptando os vossos ingredientes, lembrem-se: quanto menos açúcar melhor.



Este foi o aspecto que o meu leite ficou depois de coado, atrás temos uma garrafa vazia que era de leite de cabra que comprei para fazer requeijão e lavei-a bem e serviu para guardar por 3 dias este leite que fiz. 
Agora guardo numa garrafa de vidro, aconselho também a fazê-lo porque são menos nocivas as garrafas de vidro.

No site da Sapo pode ler-se "Dos leites não lácteos, o leite de aveia é o que melhor se adapta a temperaturas altas, especialmente em sopas e estufados, onde irá evaporar e servirá para engrossar."

É fantástico, mesmo depois de coar o resto dos flocos que ficam podem ser usados para comer ao pequeno almoço, fazer bolachas e qualquer coisa que a vossa imaginação vos disser.


Para o confeccionar vai precisar dos seguintes ingredientes:

75 g de flocos de aveia (não de cozedura rápida)

1,25 l de água

1 colher de chá com aroma de baunilha

Uma pitada de noz-moscada ralada

1 colher de chá com farinha de milho

1 colher de sopa de açúcar em rama

Uma pitada de sal

Preparação: Coloque todos os ingredientes numa panela. Leve a lume médio/alto. Quando levantar fervura, baixe a chama e mantenha em lume brando durante dez minutos, até os flocos estarem cozidos. Deixe arrefecer. Coloque num copo liquidificador e misture até obter uma mistura sedosa. Deixe engrossar durante uma hora. Passe esta mistura para uma tigela através dum pano de musselina fina, espremendo o tecido para obrigar a sair todo o líquido. Guarde no frigorífico.

Esta receita dá para um litro de leite de aveia.

Fonte: 500 Receitas: Pratos Vegetarianos, Booksmile (Título original: 500 Vegan Dishes, © Quintet Publishing Ltd. 2011)


Já fizeram este leite em casa? Sabem que podem fazer leite de aveia e arroz integral? Querem a receita?


18 de outubro de 2014

Está a educar os seus filhos para serem boas pessoas? Os psicólogos de Harvard acham que não

Sim, estamos todos preocupados em educar crianças inteligentes, para que tenham um futuro profissional brilhante. Mas e a simpatia, o altruísmo? Os psicólogos de Harvard prepararam seis dicas.




É provável que tenha perguntado recentemente ao seu filho se fez os trabalhos de casa, ou qual a nota que tirou no teste. Mas quando foi a última vez que lhe fez uma pergunta sobre generosidade e partilha? De acordo com as conclusões de um novo estudo do projeto Making Caring Common, as mensagens que os adultos estão a enviar aos filhos centram-se mais no alcance de objetivos do que na preocupação de criarmos boas pessoas. Para inverter a situação, a equipa de Harvard recomenda seis princípios gerais para educar os filhos com carinho, respeito e ética.

O estudo, intitulado “As crianças que queremos educar“, começa por afirmar que os miúdos não nascem simplesmente bons ou maus, e que nunca devemos desistir deles. A ideia a transmitir é a de que é sempre possível alguém tornar-se numa boa pessoa, e que esse trabalho começa na infância.

“As crianças precisam de adultos que as ajudem, em todas as fases da infância, a tornar-se solidárias e éticas”. É preciso desenvolver nas crianças “a preocupação pelos outros”, não só porque é o correto, mas também porque sentir empatia e assumir a responsabilidade perante outros é uma grande ajuda no caminho para o sucesso e para a felicidade. Isto porque , no mundo do trabalho, o sucesso depende muitas vezes das colaborações que estabelecemos com os outros, e as crianças que têm empatia por outras pessoas e consciência social serão também melhores colaboradores.

Depois de uma pesquisa e de experiências analisadas junto de algumas famílias, a Making Caring Common, da Harvard Graduate School of Education, recomenda seis princípios gerais com um conjunto de marcos para criar os filhos carinho, de respeito e de ética.

1. Seja um mentor e um modelo forte

As crianças aprendem valores e comportamentos através da observação dos adultos que elas mais respeitam: os pais.

Tente isto: Envolva-se em serviço comunitário ou noutras formas de contribuir para a comunidade. Melhor ainda, pense fazer isso com o seu filho. Quando cometer um erro que afete a criança, converse com ela sobre por que acha que o cometeu e como pretende evitar cometer o erro da próxima vez.

2. Faça do cuidado com os outros uma prioridade 

Os pais devem explicar que a preocupação com terceiros é de extrema importância, tanta quanto a nossa própria felicidade. “Embora a maioria dos pais diga que o cuidado com os outros é uma prioridade para os seus filhos, eles não estão a receber essa mensagem”.

Tente isto: Em vez de dizer aos seus filhos que “o mais importante é que sejas feliz”, diga que “o mais importante é que sejas gentil e feliz”. Tente também abordar o assunto quando outros adultos importantes para a vida do seu filho estejam presentes, por exemplo, perguntar à professora se o filho é um bom membro da comunidade, em vez de perguntar apenas pelo aproveitamento escolar. E se um dia ele quiser desistir de uma equipa desportiva, de uma banda ou de uma amizade, fale sobre isso. Pergunte se a desistência não vai prejudicar o grupo e encoraje-o a resolver os problemas.

3. Crie oportunidades à criança para que possa praticar atos de carinho e gratidão

Boas pessoas todos podemos ser, mas isso não acontece do nada. As crianças precisam praticar o cuidado com os outros, a gratidão e a apreciação pelas pessoas que as tratam bem. “Estudos mostram que pessoas que têm o hábito de expressar gratidão são mais propensos a ser úteis, generosos, a ter compaixão e a perdoar”, escreve a Making Caring Common. Tudo isto ajudará a criança a crescer mais feliz e saudável.

Tente isto: Espere que as crianças ajudem de forma rotineira, por exemplo, com as tarefas domésticas, e elogie apenas atos menos comuns de bondade. Quando este tipo de ações de rotina são simplesmente esperados e não recompensados, são mais facilmente interiorizados pelos mais novos. Fale também com o seu filho sobre os gestos de cuidado e indiferença, justiça e injustiça que ele vê no dia-a-dia ou na televisão

4. Aumente o círculo de preocupação da criança

É normal que as crianças simpatizem mais com um círculo pequeno de familiares e amigos. O desafio aqui é fazer com que os mais pequenos aprendam a preocupar-se e a dar-se com pessoas fora do círculo, tais como um novo colega da escola ou alguém que não fale a mesma língua

Tente isto: Incentive a criança a considerar os sentimentos daqueles que estão numa situação mais vulnerável. Pode também usar com os seus filhos histórias de jornais ou televisões para iniciar conversas com outras crianças sobre o que se passa no mundo e os problemas que meninos da mesma idade estão a passar, dando-lhes visões muito diferentes da realidade.

5. Ajude a criança a tornar-se numa pensadora e líder ética

As crianças interessam-se naturalmente por questões éticas e por norma gostam de melhorar a sua comunidade.

Tente isto: Aproveitando estes interesses dos mais novos, inicie com eles uma conversa sobre dilemas éticos que surgem, por exemplo, na televisão. Procure causas às quais a criança possa aderir, como a prevenção do bullying ou o apoio à educação de raparigas nos países em vias de desenvolvimento

6. Ajude a criança a desenvolver o autocontrolo e a gerir os seus sentimentos 

Muitas vezes, a capacidade de nos preocuparmos com o outro é suplantada pela raiva, vergonha, inveja ou outro sentimento negativo qualquer.

Tente isto: Uma maneira simples de ajudar os seus filhos a gerirem os seus sentimentos é praticarem juntos estes três passos: parar, respirar fundo pelo nariz e expirar pela boca, e depois contar até cinco. Experimente quando os seus filhos estiverem calmos. Depois, quando estiverem chateados por alguma razão, lembre-os dos passos e pratiquem-nos em conjunto. Não se esqueça também de praticar com eles a resolução de conflitos. Falem sobre um conflito a que tenham assistido e que tenha acabado mal, e peça-lhe para sugerir soluções mais pacíficas e construtivas para resolver o problema.


Fonte: Observador

17 de outubro de 2014

6 razões para sermos mães a tempo inteiro

Podia enumerar centenas de razões para ficarmos em casa com os nossos babys.

A verdade é que fui e sou uma privilegiada por poder passar muito tempo com a minha filha, trabalhar por conta própria tem essas vantagens, mas também é verdade que por vezes estou muito sobrecarregada de trabalho e sinto umas saudades enormes da pequena.

Vejo diariamente o sofrimento de muitas mães portugueses que tem de deixar bebés de 4/5 meses (ás vezes menos) para regressar ao trabalho, sinceramente não imagino, nem sei se seria capaz, olhava para a minha princesa com essa idade era tão indefesa, precisava tanto de mim.

Admiro muito as mães que tiveram de trabalhar cedo e deixar os filhos em berçários ou com familiares, são umas guerreiras e umas enormes lutadores. Parabéns e muita força para essas mães.




Agora ficam aqui 6 das muitas razões válidas para serem mães a tempo inteiro:


1 – As crianças ficam em forma: Um estudo da Universidade Cornell mostra que as mães que ficam em casa passam mais três horas e meia do que todas as outras a preocuparem-se com a alimentação e a saúde dos seus filhos. Para além disso, os ‘cozinhados caseiros’ e a disponibilidade para irem ao parque ou fazerem caminhadas também ajudam a manter as crianças em forma – actividades que as mães que trabalham não têm tanto tempo para fazer como os filhos.

2 – Ficam menos vezes doentes: Já a investigação feita por académicos da Universidade de Montreal mostra que as crianças que ficam em casa adoecem menos vezes. Todos sabemos que os infantários estão cheios de germes (o que é normal, basta um menino ficar doente para o ‘bicho’ se espalhar rapidamente), mas os factos podem surpreendê-la: as crianças que vão para a escola antes de completarem dois anos e meio têm mais problemas respiratórios, auditivos e gastrointestinais do que as que ficam em casa.

3 – São menos ‘stressados’: Os infantários são muito úteis… mas caóticos também. Um estudo da Universidade do Minnesota descobriu que as crianças que andam no jardim de infância têm um maior nível de cortisol (uma hormona ligada aos níveis de stress) na saliva do que as que ficam em casa e, consequentemente, maiores níveis de stress.

4 – São mais inteligentes: Encham-se de orgulho, mães a tempo inteiro: Os vossos filhos são mais inteligentes do que aqueles que andam na creche. Este é o resultado de um estudo da Universidade de Columbia. Os investigadores observaram 1000 crianças norte-americanas e chegaram à conclusão que aqueles que ficavam em casa tinham níveis de inteligência ligeiramente mais elevados do que os que andavam no infantário. Ah, e esta diferença aplica-se também aos alunos do primeiro ano.

5 – Serão grandes desportistas: Calma, não pense que ele é o próximo Cristiano Ronaldo ou um futuro Nani. Mas as crianças que passam a infância em casa com as mães têm, segundo um estudo publicado no Journal of Epidemiology and Community Health, uma maior habilidade e gosto pelos desportos colectivos. 

6 – São uns ‘anjinhos’: Todas as crianças fazem birras de vez em quando, mas, de acordo com uma investigação do National Institute of Child Health – que demorou 10 anos a estar concluído! –, as crianças que passam mais de 30 horas no infantário desenvolvem maiores problemas comportamentais. “Falar alto”, “discutir” e “andar à luta” são alguns dos problemas que estes meninos têm. Isto não quer dizer que uma criança que fique em casa com a mãe também não tenha problemas semelhantes, mas segundo a investigação estes estão mais presentes em meninos que frequentam creches.

16 de outubro de 2014

Tubarão branco de boca aberta - Mais uma imagem viral



Sim, parece saída de um filme mas não é.

O mergulhador amador e fotógrafo é Amanda Brewer, 26 anos. Captou o momento em que o tubarão branco fêmea sai da água na Ilha Seal, na Baía Mossel, África do Sul. E mandou-a para a comunidade Your Shot da National Geographic.Mas não se trata disso. Foi uma professora primária de New Jersey que tirou a fabulosa fotografia, dentro de uma gaiola no mar, na África do Sul. Que rapidamente ficou viral e está a provocar um debate saudável e polémico. É eticamente correcto usar iscos para atrair tubarões – alguns em vias de extinção – para gáudio dos turistas?

“Não me assustei nem um bocadinho”, contou Brewer acerca do encontro com este monstro dos mares enquanto fazia mergulho dentro de uma gaiola. “Quando se está lá e à sua frente, não se tem medo. São lindos e majestosos e consegue perceber-se o quão são inteligentes”, observou, dizendo que utilizou uma câmara GoPro e cuja lente dá ideia que o tubarão está mais perto do que na realidade esteve – e que parece mais ameaçador do que a imagem aparenta.

Mal colocou a fotografia no Instagram e no Your Shot, as pessoas começaram de imediato a partilhá-la, talvez pela intensidade transmitida pela imagem. Mas também a debater o assunto.

O que acham? Eu concordo, se isto servir para preservar os animais e não os caçarem.

Fonte: Sol

15 de outubro de 2014

Tyrannosaurus Rex afinal gostava de brincar



O Tyrannosaurus Rex é conhecido por ser o mais assustador de todos os dinossauros que alguma vez existiram.



Tinha uns dentes longos e afiados, era veloz e um caçador nato. Mas, segundo um novo estudo, este animal não era assim tão mau…

Bruce Rothschild, da Universidade do Kansas, EUA, passou vários anos a estudar as marcas que os dentes de um T-Rex deixavam nos ossos das suas presas e chegou a uma conclusão: Este dinossauro (e possivelmente os seus restantes companheiros) gostava de brincar.

A análise deste paleontólogo mostra que estes animais tinham comportamentos semelhantes aos répteis de hoje em dia, sem fins reprodutivos ou de subsistência, lê-se na BBC.

Esta conclusão surge depois de Rothschild ter analisado as diferenças entre as marcas dos dentes de animais recentes deixadas numa presa - estando essas marcas em sítios com mais carne - e as que aparecem nos ossos das mesmas, partes com pouca ou nenhuma carne e com uma dose muito reduzida de nutrientes. Estes ossos são muitas vezes usados para brincar.



Com os dinossauros acontece a mesma coisa: Existem marcas de dentes em zonas ‘comestíveis’ e outras em ares que não alimentam. O paleontólogo comparou as dentas de animais ‘recentes’ com as de um T-Rex e chegou à conclusão que estas eram praticamente idênticas (não o tamanho e a profundidade das mesmas, mas sim o seu posicionamento e as zonas em que se encontravam).


Fonte: Sol