14 de outubro de 2014

Já disseste amo-te hoje?

Já disseste hoje ao seu marido/namorado que o/a amas? O mais provável é que não o tenha feito. Mas não te preocupes – não estás sozinha.



Um estudo realizado pela YouGov UK, citado pelo Huffington Post, mostra que, com o passar do tempo, as pessoas têm tendência a deixar de dizer que amam o/a seu/sua companheiro/a. Mais de 2000 pessoas responderam ao inquérito realizado por esta organização – alguns casais estavam juntos há apenas alguns meses e outros há 50 anos.

As conclusões são curiosas: Os casais que estão juntos há cinco anos ou menos são os que usam mais a expressão ‘amo-te’ - mais de 50% usa-a todos os dias.

No entanto, os números vão baixando à medida que os anos vão aumentando. Dos casais que estão juntos há 10 anos, apenas 33% diz ‘amo-te’ todos os dias. Os que partilham ‘o ninho’ há 50 ou mais anos são os que menos usam esta expressão: Apenas 18% a usa diariamente.

Para além disso, 10% dos casais que estão juntos há uma e duas décadas nunca disseram que se amavam. A percentagem ‘salta’ para 30% quando se trata de casais com 50 ou mais anos de vida partilhada.

O sentimento também muda

Não é só a falta do uso da palavra que afecta a maioria dos casais. O sentimento em si também se vai dissipando com o passar do tempo, explica o mesmo estudo.

Apenas 11% dos participantes disseram que estavam “loucamente apaixonados” pelo/a seu/sua parceiro/a. 49% disse apenas que o/a amava, enquanto 21% disse gostar muito dele/a, mas que já não se sentiam ‘in love’.

Para além disso, 11% admitiu que estava com a outra pessoa apenas por razões práticas e não emocionais.

Vamos lá ligar ou dizer ao ouvido do nosso companheiro (se estiver perto) e dizer-lhe eu amo-te simplesmente :)



Fonte:Sol

13 de outubro de 2014

Loja Sweet Blossom Natura - muito mais do que artesanato

Esta semana andava eu perdida no meu mural do facebook e encontrei uma publicação da Sweet Blossom Natura e pedi à proprietária da loja para que me falasse um pouco mais da história da loja para poder partilhar convosco.

Adorei a história, acima de tudo porque defendo a 100% o empreendedorismo e a emancipação feminina e este é sem duvida um projecto que demonstra que quando temos vontade de criarmos algo tudo é possível.

Para começar achei a página super gira, podia desde já comparar o trabalho da criadora ao dos antigos boticários, que criavam produtos e tratamentos quando a medicina ainda não tinha evoluído, claro que a evolução da medicina foi positiva mas cada vez mais nos faz falta tratamentos naturais e que fujam a todos os químicos a que estamos sujeitos diariamente.

A https://www.facebook.com/SweetBlossomNatura/timeline é uma óptima alternativa com produtos como sabonetes, óleos essenciais, cremes e muito mais.

Antes da Sweet Blossom Natura, nasceu da Sweet Blossom, há dois anos atrás e era dedicada apenas a trabalhos de costura. Que entretanto eu também fiquei a conhecer e deixo-vos aqui só um cheirinho de um artigo que amei, um fabuloso caça sonhos:



É lindo não é?


Mas a história não fica por aqui, com um enorme amor pelo artesanato e pela natureza, passados uns meses da criação do primeiro projecto, por casualidade encontrou um sabão artesanal super giro no Pinterest e quis aprender mais uma arte. 

Ao fim de um ano sentiu-se preparada para lançar a sua marca e criou então a Sweet Blossom Natura.

Esta página tem apenas cerca de 9 meses mas já conta com mais de 1000 likes e vários clientes seduzidos pelos produtos.

Todos os produtos são feitos com ingredientes organicos e 100% naturais, e sempre de fontes sustentáveis e controladas. A maioria dos sabonetes não tem Óleo de Palma. Está neste no momento a criar receitas próprias e originais, com os conhecimentos que adquiriu ao longo de 2 anos de estudo e está também a estudar medicina herbal. O que é uma mais valia nos seus óleos de massagem e cremes, ou ate mesmo sabonetes. Consegue criar combinações melhores de óleos essenciais para cada problema e até hoje tem tido um feedback muito positivo de todos os experimentam os seus produtos.



O best seller da loja tem sido a Salva de Rosas, uma combinação de azeite ou óleo de amêndoas macerado com pétalas de rosas, óleo de semente de rosa mosqueta, óleo essencial de rosas e cera de abelha... Fazem desta salva/creme, um poderoso anti-rugas, trata cicatrizes e estrias, manchas na pele, peles com eczema ou psoríase. Já existiram testemunhos de clientes que trataram herpes labial, e outras pessoas que trataram pele seca e gretada de pés e joelhos com a salva, com tantas virtudes não ficaram curiosas meninas? Pois eu fiquei e muito e vou fazer uma encomenda porque quero ter um produto destes para mim uma vez que tem imensas utilizações possíveis.
 




E não podiam faltar os produtos para bebé, os óleos de massagem são outro dos artigos preferidos dos clientes. O pó de bebe sem talco, oferece uma alternativa saudável e segura ao pó mineral.
Os óleos de massagem tem uma combinação de óleos essenciais num óleo base para diferentes fins e um óleo natural é uma alternativa muito mais saudável para as massagens diárias que devemos fazer aos nossos bebés.






Outros produtos da marca:






Se quiserem encomendar podem fazê-lo através do facebook da página Aqui, ou através do email: sweet.blossom.orders@gmail.com e ainda uma óptima noticia para quem viver perto podem encontrar os produtos à venda na loja Doce Baixa no Porto, Casa com Trapos em Aveiro e o Gabinete de Estética LF em Melgaço. Se viverem perto aproveitem e podem ter os produtos de imediato nas vossas mãos.

Caso exista alguma loja física interessada em revender os produtos pode entrar em contacto com a marca.

Gostaram? Estão a pensar comprar? Deixem as vossas sugestões e feedback sobre a marca.




12 de outubro de 2014

100% Algodão_Doce – A loja de criança mais fofinha de sempre

Hoje quero vos falar da loja de uma amiga, uma amiga muito querida e que tem sido uma grande companheira nesta jornada da minha vida que tem sido a maternidade.

É difícil fazer-vos uma apresentação sobre ela porque há tanto para dizer, mas em primeiro lugar ela é uma grande Mãe (daquelas mesmo com M grande), uma profissional dedicada e sempre disponível para ajudar os outros, é uma pessoa tão doce que o nome dá página reflecte bem a sua personalidade.

Mas falando sobre a loja e a sua história, além de mãe, estudante, profissional e uma infinidade de coisas ela é uma grande escritora (já arrancou umas lágrimas aqui à je com algumas das suas escritas), escreve crónicas muito interessantes e tenho pena que não tenha mais tempo para se dedicar à escrita.

Da escrita surge o blog pessoal dela e mais tarde a página que podem ler AQUI

Aproveitem para se tornarem seguidores, acredito que principalmente as mulheres vão se sentir identificadas.

A página do blog, Num Castelo de Algodão Doce, inspirou assim o nome da lojinha online e que podem conhecer AQUI

E o grupo de vendas da loja no facebook  que podem aderir AQUI

Esta lojinha é o começo da aspiração de abrir uma loja ao publico, enquanto tal não é possível e para poder chegar a qualquer parte do mundo temos esta loja maravilhosa de roupa infantil e outros artigos direccionados para os mais pequenos.


Deixo-vos aqui algumas das minhas peças favoritas:


Estes gorros super fofinhos e a um preço muito especial que podem consultar aqui


Calças para menino tão fofas que podem saber tamanhos e preço aqui



As mães de meninas não tem como não se derreter com este vestido da colecção de Outono podem consultar mais informações sobre ele aqui



Podem encontrar tudo isto e muito mais na página de vendas do facebook: 100% Algodão_Doce








Aproveitem para fazerem as vossas encomendas este mês para chegarem a tempo do Natal.

Gostaram da loja? Deixem o vosso feedback e sugestões para a página.

Nobel da Paz - Malala Yousufzai e o indiano Kailash Satyarthi

Vou voltar a publicar coisas que acho interessantes aqui no blog diariamente, são posts que escrevo quando tenho tempo e ficam agendados para vos manter informadas. Tinha obrigatoriamente de começar pelos prémios Nobel deste ano, para mim um dos mais especiais é o da paz, penso que este ano foi extremamente bem atribuído.




Malala Yousufzai tornou-se conhecida pela sua defesa do direito à educação em todo o mundo. Em 2013, a paquistanesa de 17 anos. Tornou-se a pessoa mais jovem vencedora do Prémio Nobel.


Em 2012, fez esta quinta-feira dois anos ela sofreu um atentado por um grupo de talibans que controlava a região paquistanesa onde vivia. Ela sobreviveu e tornou-se uma das vozes mais ouvidas na área dos direitos das crianças à educação.
O dia 12 de Julho, data do seu aniversário, foi baptizado pela ONU como o “Dia de Malala”. Há um ano foi publicada a sua biografia, Eu Malala, que infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler, e vocês já leram?




O segundo prémio foi atribuido a um activista dos direitos das crianças: Kailash Satyarthi, 60 anos, abandonou uma carreira de engenheiro electrónico para se dedicar à luta contra o trabalho infantil nos anos 1980. A organização que fundou, Bachpan Bachao Andolan, já conseguiu retirar perto de 80 mil crianças do trabalho escravo, conseguindo devolvê-las à educação e ajudar na sua reintegração.





O activista agradeceu o prémio, que representa o "reconhecimento da dor que milhões de crianças sofrem", em declarações à agência Press Trust of India.


Satyarthi é o promotor de vários movimentos da sociedade civil, incluindo o maior dedicado a este tema, a Marcha Global contra o Trabalho Infantil, que une organizações não-governamentais, sindicatos de professores e de comércio de todo o mundo (2000 grupos em 140 países). Também fundou a Campanha Global pela Educação, que visa combater a crise global na área.


Na Índia, promoveu acções para tornar a educação num artigo constitucional. Na sequência disso, em 2009, foi aprovado no seu país a Lei do Direito à Educação Gratuita e Obrigatória. Outras leis foram entretanto aprovadas, mas o problema continua a ser a prática, consequência da pobreza e da corrupção (que diminiu as hipóteses de os empregadores serem responsabilizados pelas autoridades), mas também da falta de escolas com boas condições e de professores.


Um primeiro dia de escola chocante
"O meu primeiro dia de escola foi emocionante, mas também foi chocante. Havia uma criança da minha idade a trabalhar à porta da escola com o pai. Perguntei ao meu professor por que é que aquela criança não vinha à escola e ele não respondeu. Falei com o director e ele disse: 'É comum, são crianças pobres'". Quando ganhou coragem e foi falar com o miúdo, este explicou-lhe que toda a sua família tinha começado a trabalhar na infância. "Nós nascemos para trabalhar", disse-lhe.


Ainda jovem, começou a fazer uma revista chamada A luta deve continuar"sobre as pessoas ignoradas e as suas lutas", uma publicação que fazia sozinho e enviava para as autoridades. "Um dia, apareceu-me um homem com 40 e muitos anos, cheio de fome e sede e com umas revistas dessas na mão. Um leitor tinha-lhe dado e dito que me procurasse. Ele contou-me que tinha sido vendido e que durante 17 anos estivera a trabalhar numa fábrica. Fugiu de noite, com a família, porque os patrões queriam vender a filha, de 14, 15 anos a um bordel", recordou, numa conversa à margem da Conferência Europeia sobre Tráfico de Crianças.


Escravos a sair à rua na Índia
Depois desse encontro, Satyarthi foi à fábrica com uns amigos e tentou libertar quem lá vivia. Levaram pancada e não conseguiram nada, mas não desistiram e foram a tribunal, obtendo a libertação de 37 pessoas. "Foi impressionante vê-las chegar à cidade. Algumas nunca tinham visto carros, arranha-céus, semáforos. Algumas, como a filha daquele homem, já tinham nascido dentro da fábrica. E isto foi na Índia, a maior democracia do mundo, em 1980."


“Calcula-se que haja 168 milhões de crianças a trabalhar em todo o mundo actualmente”, disse Jagland. “Em 2000, este número era de 78 milhões. O mundo tem de se aproximar do objectivo de eliminar o trabalho infantil.” A Índia é o país com mais crianças que trabalham: de acordo com a ONG Childine India Foundation, um recenseamento concluiu que este número passou de 11,28 milhões em 1991 para 12,59 em 2001. Os números não param de aumentar: o ano passado, segundo a Unicef, havia 28 milhões de crianças indianas dos 6 aos 14 anos a trabalhar.


A Fundação M.V., de Andhra Pradesh, diz que há 400 mil crianças a trabalhar na apanha do algodão na Índia, a maioria raparigas entre os 7 e os 14 anos; destas, 90% vivem aqui, um dos maiores grandes estados do Sul do país. Em algumas zonas do país, há crianças que continuam a trabalhar nas minas, o que é proibido desde 1952.


São dados impressionantes e que me chocam bastante uma vez que vivo diáriamente com crianças escravizadas/ exploradas, melhor do que muitas pessoas sei o que é isso. 

Gostavam que eu partilhasse convosco fotos de trabalho infantil?

É triste mas não podemos fugir da realidade.



Fonte: Publico

7 de outubro de 2014

Arco-íris na Cozinha: [Giveaway] Bolos na Caneca

Arco-íris na Cozinha: [Giveaway] Bolos na Caneca: Há alturas em que tudo o que nos apetece é uma sobremesa indulgente, rápida e intensa que nos satisfaça aquela vontade desenfreada de algo ...

30 de setembro de 2014

Alicia Keys nua e grávida mas por uma boa causa...

Alicia Keys está gravidíssima e aproveitou a oportunidade para pedir paz e promover seu mais novo projecto social. A cantora posou nua e com o símbolo da paz pintado na barriga para divulgar o movimento “We Are Here” (nós estamos aqui), que luta por causas infantis e contra a injustiça social.






Além de promover a campanha através da imagem, Alicia está a chamar a atenção para a causa através da sua música. O seu novo single também se chama “We Are Here” e a cantora já prometeu que vai tratar de temas como racismo, injustiça e miséria no seu novo álbum.





De acordo com o Rap-Up, Alicia já doou um milhão de dólares do seu próprio dinheiro para a causa, que luta ainda por leis mais severas em relação à porte de armas, por uma reforma na justiça criminal e por mais acesso das meninas à educação. Quem quiser saber mais sobre como ajudar pode ir ao site WeAreHereMovement.com.

A Alicia está grávida de seis meses do seu segundo filho com o marido Swizz Beatz. Os dois já têm o pequeno Egypt, de quase quatro anos.

Felicidades é o que lhe desejo. Está linda, vejam a foto em baixo.


29 de setembro de 2014

Lana Del Rey vai dar concertos em cemitérios...

Eu ás vezes quando penso que já vi de tudo ainda encontro algo que me consegue surpreender...



Lana Del Rey agendou dois espectáculos num lugar não muito comum localizado em Hollywood para o próximo mês. Ela vai se apresentar num cemitério!

Após fazer duas apresentações com as músicas do “Ultraviolence” na Cidade do México, dias 6 e 7 de Outubro, a cantora vai apresentar o mesmo repertório nos dias 17 e 18 de Outubro num cemitério em Los Angeles, “um lugar de descanso final para muitos dos fundadores e estrelas de Hollywood”, como diz a descrição do site do local.

Apesar de parecer estranho à primeira vista, o Hollywood Forever Cemetery é conhecido por receber eventos deste tipo.

Antes do anúncio, ela cancelou toda sua digressão europeia e uma participação ao vivo no BBC Radio 1, na Inglaterra, alegando estar com problemas de saúde.

Recentemente, ela já tinha causado polémica ao dizer em uma entrevista que “queria estar morta” quando lhe perguntaram se ela achava glamorosa a morte de ídolos como Kurt e Amy aos 27 anos.

Na minha opinião ela está extremamente depressiva, tendo até dito que fez este disco para ela e que não queria que os fãs o ouvissem.

Mas então porque grava? Precisa de um médico, ou então está simplesmente a querer ganhar fama, ou gosta de ser falada, parabéns, está a conseguir.